Kit 1000 watts 48 volts por R$640,00
Faça de sua bicicleta um transporte ecologicamente correto!
Transforme sua bicicleta em uma bicicleta elétrica!
Aproveite, o dollar esta em baixa!
Compre o manual (apostila, ensina passo a passo como importar direto da china via correios ) e pague no kit apenas R$ 640,00.
Escolha entre vários modelos.
O kit não acompanha baterias.


kit já vem pronto é só substituir a roda da sua bike e colocar a roda que vem no kit.
Motor 48 volts, 1000 Watts (Peak 1700W), 430rpm
Velocidade de 50 até 65 km/h com aro 26, Suporta até 160 kg
Motor selado a prova d´gua
Motor sem escovas, não tem manutenção, Controlador inteligente dentro da roda, Acelerador twist grip, carregador de baterias de chumbo ácido selada, 2 freios, Indicador de carga de baterias e bolsa para baterias.

Garantia de 1 ano
Você terá opção de escolha entre vários modelos e cores
250 watts 24 volts, 500 watts 36 e 48 volts, 750 watts 36 e 48 volts, 1000 watts 48 volts
Veja o vídeo abaixo do kit em ação!!
Testemunhos
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Chega de pegar ônibus!
Chega de estresse no trânsito!
Chega de Gastar com combustível!
Chega de gastar dinheiro com IPVA e multas!
Além de você estar ajudando a não poluir, você estará economizando!
Vá para a Faculdade rapidinho, com o kit a bike chega á 60km/h
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- Manual passo a passo como fazer a compra via internet (envio por email)
- Você mesmo faz a compra e paga direto ao vendedor
- Fazendo o pagamento que lhe dará a garantia do recebimento do kit e liberação do pagamento após o recebimento
- Recebendo o kit bike 1000 watts em sua casa em 15 dias rápido e fácil
- Ganhe também um projeto bicicleta chopper
O envio do kit é aéreo
Os preços praticados no Brasil são de R$ 1.050,00 a R$ 1.750,00
Com o manual você economiza e dá para comprar 2 kits
Amigos do bicicleta elétrica
Tirando algumas dúvidas
O kit Não acompanha baterias
Você poderá usar baterias de no break, moto ou jet ski.
Motor de 1000 watts 48 volts 4 baterias de 12 volts de 07 a 18 ampéres
Motor de 500 watts 36 volts 3 baterias de 12 volts de 07 a 18 ampéres
As baterias são ligadas em série.
No valor do kit já esta embutido a taxa de importação e o envio.
O kit é de fácil instalação.
O valor do kit poderá variar um pouco pois é cotado, cambio dollar ( R$ 560,00 á R$ 680,00)
Como eu faço a compra do manual?
- É simples, você poderá pagar via pag seguro
- Click no botão pague com pag seguro
- Se você já fez alguma compra com estes sistemas é só preencher o email que foi usado na última compra
- Se você nunca usou o sistema, é só preencher o cadastro
- Assim que o cadastro estiver pronto, escolha o meio de pagamento (boleto, transferência bancária ou cartão de crédito)
- Logo que o sistema de cobrança confirme o pagamento, será enviado em seu email o ebook (manual)
Ao clicar no botão abaixo você será redirecionado para um ambiente 100% seguro onde seus dados serão criptografados e ninguém terá acesso a eles. Seu pagamento será processado eletronicamente e o produto enviado em no máximo 24hs úteis.
Manual (Ebook)
R$32,90
Pague com pag seguro
Depósito bancário
R$30,00
HSBC 399
AG:1284
CC:12790-24
Ary Filho
Caixa econômica federal
Ag: 1316
CC: 3184-7
operação 013
Ary Filho
Após o depósito bancário concluído, favor enviar comprovante de depósito no email: atcf34@gmail.com
| Avaliação | Data | CompraNovam. | Cliente | Comentário |
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11/03/2010 | Claro | cleverson andre da cunha | Entrega muito rápida. |
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10/03/2010 | Claro | José de almeida | Ótimo vendendor muito atencioso. |
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10/03/2010 | Claro | Isabela Albuquerque | O produto é ótimo, entrega rápida |
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20/12/2009 | Claro | renato | ok.. me atendeu… obrigado |
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29/10/2009 | Claro | SAMANTHA NASCIMENTO DA SILVA | Negociação normal! |
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27/09/2009 | Claro | marcelo passos | Vendedor honesto, negociacao traquila..Recomendo.
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Promoção válida até 20/12/2011
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Carro Híbrido

O governo não se entende sobre o que fazer para incentivar a produção de carros elétricos no Brasil. Na semana passada, o presidente Lula convocou os titulares de quatro Pastas (Fazenda, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente) para recomendar-lhes que entrem em entendimento, depois do fiasco de uma reunião cancelada na qual deveria ter sido lançado um programa. Pelas suas últimas declarações, vê-se que o próprio presidente está muito confuso a respeito do tema. As divergências centram-se nos veículos flex, que não têm incentivos, assim como os movidos 100% a etanol e a gás. Aparentemente, uma parte do governo considera imprescindível a absorção pelas montadoras instaladas no País da tecnologia do carro elétrico. Mas outra parte teme que isso venha a prejudicar os carros flex e, por consequência, o etanol. Uma nova reunião ministerial foi marcada para o fim de junho.
Algumas questões podem ser, desde já, levantadas. Todas as indústrias devem se esforçar ao máximo para desenvolver ou agregar novas tecnologias, e a do carro elétrico não é exceção. Mas, diferentemente do que alguns são levados a crer, essa opção em nada afeta o etanol ou os carros flex. Os veículos movidos exclusivamente a energia elétrica, além de muito caros, têm uma autonomia limitada e sua comercialização ainda é bastante restrita. Só veículos pequenos se vêm mostrando atraentes para o consumidor. O segmento que mais vem crescendo no exterior é o do carro híbrido, que combina motores de combustão interna com baterias elétricas recarregáveis.
Ora, se os motores são movidos a gasolina, podem sê-lo também a etanol. A indústria automotiva brasileira, pioneira no desenvolvimento do carro flex, pode avançar na produção de carros híbridos a etanol. Assim, em vez de ser reduzido, o mercado interno e externo para o álcool combustível produzido no País tenderia a se ampliar. Não haveria impedimento para a produção de carros 100% elétricos, mas a ênfase recairia nos híbridos. A Anfavea já informou que a produção local de carros elétricos no Brasil é tecnicamente viável, mas precisaria de estímulo para atrair investimentos. Estes poderiam vir mais facilmente na medida em que as montadoras daqui estivessem mais afinadas com a expansão prevista da demanda global.
O ponto mais controverso é o dos incentivos, tendo constado do documento que serviria de base para o programa oficial a redução do IPI, ICMS, IPVA, Imposto de Importação e bônus. Com a pesadíssima carga fiscal no Brasil, qualquer setor industrial gostaria de contar com incentivos. Mas, entre os mencionados, há evidentes excessos. Reduzir ou isentar o IPVA, um tributo estadual, para a compra de carros elétricos seria inédito. Houve até há pouco redução de impostos para aquisição de veículos, mas sobre a produção, não sobre o consumidor final.
É estranho também que tenha figurado na lista a diminuição do Imposto de Importação. No caso de carros de passageiros, cobra-se uma alíquota de 35%. Apesar dessa alta tarifa e do recolhimento de outros tributos, nunca foram importados tantos carros. De janeiro a abril, a importação de automóveis de passageiros atingiu US$ 2,170 bilhões (75,6% a mais que no mesmo período de 2009). Este já é, por sinal, o segundo maior item de nossa pauta de importação, só perdendo para a compra de petróleo em bruto (US$ 3,413 bilhões no primeiro quadrimestre).
Certamente, influi sobre a demanda de importados a concentração da produção automotiva no Brasil em modelos populares e médios. Há quem fale também em consumo suntuário. Não se pode deixar de lembrar que o Brasil também exporta carros (US$ 1,311 bilhão no quadrimestre), embora acuse um déficit de US$ 859 milhões nessa categoria até abril.
Seja como for, não se trata de criar mais facilidades para comprar carros prontos, elétricos ou híbridos, mas de fabricá-los no Brasil, não apenas por motivos tecnológicos, mas também ambientais. O que está faltando para isso é bom senso.
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